Severe bovine cysticercosis in a young steer
Case report
DOI:
https://doi.org/10.31533/pubvet.v19n10e1848Keywords:
bovine cysticercosis, condemnations, post-mortem, zoonosesAbstract
Bovine cysticercosis, caused by the larval form (Cysticercus bovis) of Taenia saginata, is a disease of significant sanitary and economic importance. This report describes a rare case of severe infection in a young steer, identified during routine state inspection activities in Santa Catarina, Brazil, in February 2025. The 20-month-old male animal presented with multiple viable and calcified cysts disseminated throughout the carcass and predilected organs. According to the Guidelines for Industrial and Sanitary Inspection of Products of Animal Origin (RIISPOA), the condition was classified as a severe infection, resulting in the total condemnation of the carcass and viscera. This case reinforces the importance of meat inspection in safeguarding public health and highlights the economic losses associated with the disease.
References
Alene, D., Maru, M., Demessie, Y., & Mulaw, A. (2024). Evaluating zoonotic metacestodes: gross and histopathological alterations of beef in north–west Ethiopia — one health approach for meat inspection and animal management. Frontiers in Veterinary Science, 11, 1411272. https://doi.org/10.3389/fvets.2024.1411272
Andrade, M. C., Rosa, G., Carozi, F. C., Borges, G. A. O., Lima, G. G., Yoshii, H. I. F., Rocatto, M. E. T., Iamamoto, V. M., Mazzucatto, B. C., & Merlini, L. S. (2023). Prevalência de cisticercose em carcaças de bovinos abatidos em um frigorífico da região noroeste do Estado do Paraná, Brasil. Research, Society and Development, 12(2). https://doi.org/10.33448/rsd-v12i2.39793.
Bomtempo, P. T., Ogliari, K., Oliveira, P. G., Lopes, D. T., Saturnino, K. C., Ferraz, H. T., Moreira, C. N., Braga, Í. A., & Ramos, D. G. S. (2018). Impacto da cisticercose na produção de carnes bovina e suína. PUBVET, 12(12), 1–8. https://doi.org/10.31533/pubvet.v12n12a231.1-8,
Brasil. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Regulamento da Inspeção Industrial e Sanitária de Produtos de Origem Animal (RIISPOA), alterado pelo Decreto nº 10.468/. Brasília.
Cidasc – CIDASC. Dados sobre ocorrência de cisticercose bovina na macrorregião do Meio-Oeste Catarinense. Informação fornecida por e-mail institucional. 2023.
CFMV – Conselho Federal de Medicina Veterinária (2017). Resolução 1138/2016 – Aprova o Código de Ética do Médico-Veterinário. Diário Oficial da União, 25 jan. 2017. Disponível em: http://manual.cfmv.gov.br/arquivos/resolucao/1138.pdf.
Collignon, P. J. & McEwen, S. A. (2019). One Health — Its Importance in Helping to Better Control Antimicrobial Resistance. Tropical Medicine and Infectious Disease, 4(1), 22. DOI: 10.3390/tropicalmed4010022
Duarte, C. T. D., Pinto, P. S. A., Silva, L. F., Santos, T. O., Acevedo-Nieto, E. C., & Almeida, L. P. (2016). Perfil da transmissão e prevalência da cisticercose bovina em propriedades rurais do Triângulo Mineiro. Pesquisa Veterinária Brasileira, 36(9), 793–797.
Duarte, C. T. D., Pinto, P. S. A., Santos, T. O., & Menezes, C. L. (2022). Prevalence and risk factors of cysticercosis in cattle in Brazil: Sewage destination on the property as risk factor. Acta Brasileira de Medicina Veterinária e Zootecnia, 14(3), 87–96. https://doi.org/10.26605/abmvz2022143087
Eichenberger, R. M., Stephan, R., & Deplazes, P. (2011). Increased sensitivity for the diagnosis of Taenia saginata cysticercus infection by additional heart examination compared to the EU-approved routine meat inspection. Food Control, 22(6). https://doi.org/10.1016/j.foodcont.2010.11.033.
FAO – Food and Agriculture Organization. Taeniasis/cysticercosis. Roma: FAO, 2023. Disponível em: https://www.fao.org.
Ferreira, D., & Ferreira, F. L. A. (2017). Teniase e Cisticercose. PUBVET, 11(2), 154–158. https://doi.org/10.22256/pubvet.v11n2.154-158.
Giovannini, C. I., Carvalho, T. S., Cabral, J. F., Brasil, R. B., & Santos, P. A. (2014). Aspectos econômicos e epidemiológicos da cisticercose bovina – Revisão de literatura. Revista Eletrônica Interdisciplinar, 2(12).
Gomes, A. P., Nunes, E. R., Felippe, K. C., Carneiro, M. C., & Santos, S. S. (2008). Teníase e cisticercose: breve revisão dos aspectos gerais. Pediatria, 44(4), 151–156.
Gomes, J. B., Almeida, H. M., Silva, L. F., & Nunes, C. M. (2023). Updated spatial analysis of areas of occurrence of bovine cysticercosis in Espírito Santo state, Brazil. Brazilian Journal of Veterinary Medicine, 45, e1278. https://doi.org/10.29374/2527-2179.bjvm1278
Hossain, M. S., Shabir, S., Toye, P., Thomas, L. F., & Falcone, F. H. (2023). Insights into the diagnosis, vaccines, and control of Taenia solium, a zoonotic, neglected parasite. Parasites & Vectors, 16(1), 380. https://doi.org/10.1186/s13071 023 05989 6
Jansen, F., Dorny, P., Berkvens, D., Van Hul, A., Van den Broeck, N., Makay, C., & Gabriël, S. (2018). High prevalence of bovine cysticercosis in the Siliana region, Northern Tunisia. Parasite Epidemiology and Control, 3(1), 35–40. https://doi.org/10.1016/j.parepi.2018.02.002
Lasbik, A. F., Pinto, P. S. A., Bevilacqua, P. D., Nero, L. A., Santos, T. O., & Felippe, A. G. (2010). Prevalência do complexo teníase-cisticercose na zona rural do município de Viçosa, Minas Gerais. Ciência Rural, 40(7). https://doi.org/10.1590/s0103-84782010005000105.
Luz, P. A. C., Soutello, R. V. G., Andrighetto, C., Silva, P. K. A., Vera, J. H. S., Santana, A. T., & Peres, K. C. (2013). Características da cisticercose e a prevalência no território nacional. Revista Acadêmica Ciência Animal, 11(2). https://doi.org/10.7213/academica.011.002.ao11.
Magaço, F. S., Duarte, E. R., Almeida, A. C., & Souza, R. M. (2017). Aspectos epidemiológicos e distribuição da cisticercose bovina: Uma revisão. Higiene Alimentar, 31(272–273).
Nascimento, Y. C. H., Dobre, P. R., Marcos, A. S., Rodrigues, R. F., & Melo, A. P. F. (2020). Diagnostico de cisticercose bovina em frigorífico na região noroeste do estado de São Paulo, Brasil. PUBVET, 14(2), 1–7. https://doi.org/10.31533/pubvet.v14n2a520.1-7.
Pereira, M. A. V. C., Schwanz, V. S., & Barbosa, C. G. (2006). Prevalência da cisticercose em carcaça de bovinos abatidos em matadouros-frigoríficos do estado do Rio de Janeiro, submetidos ao controle do serviço de inspeção federal (SIF-RJ), no período de 1997 a 2003. Arquivos do Instituto Biológico, 73(1). https://doi.org/10.1590/1808-1657v73p0832006.
Quevedo, L. S., Morais, R. M., Hugen, G. F. G. P., Teixeira, J. L. R., Baccega, B., Grieser, D. O., Jedlicka, L. D. L., & Quevedo, P. S. (2021). Cisticercose bovina em carcaças submetidas a inspeção municipal no sul do Brasil. Brazilian Journal of Development, 7(4). https://doi.org/10.34117/bjdv7n4-039.
RIISPOA (2020). BRASIL. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Regulamento da Inspeção Industrial e Sanitária de Produtos de Origem Animal (RIISPOA), alterado pelo Decreto nº 10.468/. Brasília.
Rossi, G. A. M., Grisólio, A. P. R., Prata, L. F., Bürger, K. P., & Hoppe, E. G. L. (2014). Situação da cisticercose bovina no Brasil. Semina: Ciências Agrarias, 35(2). https://doi.org/10.5433/1679-0359.2014v35n2p927.
Souza, W., Campos, G., & Procópio, D. (2018). Aspectos econômicos e sanitários sobre a condenação total de carcaças bovinas por cisticercose no estado do Mato Grosso do Sul. Enciclopédia Biosfera, 15(28). https://doi.org/10.18677/encibio_2018b11.
Ungar, M. L., & Germano, P. M. (1992). Prevalência da cisticercose bovina no Estado de São Paulo (Brasil). Revista de Saúde Pública, 26(3). https://doi.org/10.1590/s0034-89101992000300007.
WHO – World Health Organization. Taeniasis/cysticercosis. Genebra: WHO, 2023. Disponível em: https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/taeniasis-cysticercosis.
Downloads
Published
Issue
Section
License
Copyright (c) 2025 Katiane Schmitt, Felipe Volpato, Karin Luiza Ferreira

This work is licensed under a Creative Commons Attribution 4.0 International License.
Você tem o direito de:
Compartilhar — copiar e redistribuir o material em qualquer suporte ou formato
Adaptar — remixar, transformar, e criar a partir do material para qualquer fim, mesmo que comercial.
O licenciante não pode revogar estes direitos desde que você respeite os termos da licença. De acordo com os termos seguintes:
Atribuição
— Você deve dar o crédito apropriado, prover um link para a licença e indicar se mudanças foram feitas. Você deve fazê-lo em qualquer circunstância razoável, mas de nenhuma maneira que sugira que o licenciante apoia você ou o seu uso. Sem restrições adicionais
— Você não pode aplicar termos jurídicos ou medidas de caráter tecnológico que restrinjam legalmente outros de fazerem algo que a licença permita.









