Seminoma em canino criptorquida com metástase em linfonodo abdominal
Relato de caso
DOI:
https://doi.org/10.31533/pubvet.v19n07e1809Palavras-chave:
Metástase, neoplasias, seminomasResumo
Os tumores testiculares são a segunda neoplasia mais frequente em cães, sendo os sertoliomas, seminomas e tumores das células de Leydig os mais comuns. Embora a incidência seja maior em cães idosos, entre 15 e 18 anos, animais criptorquidas podem desenvolver neoplasmas precocemente. Neste relato, descreve-se um caso de seminoma em um cão criptorquida com metástase em linfonodo abdominal, o qual procedeu-se com orquiectomia e linfadenectomia. O tratamento cirúrgico foi eficaz, resultando em um prognóstico favorável, sem evidências de metástase dois anos após a intervenção, conforme exame tomográfico.
Referências
Araujo, E., Silva, L. F., Oliveira, S., Dalanezi, F., Hayashi, R., Zahn, F., & Prestes, N. C. (2015). Mastose associada à neoplasia testicular em cão criptorquida. Enciclopédia Biosfera, 11(22), 2195–2201. https://doi.org/10.18677/Enciclopedia.
Arruda, G. K. S., Honorato, R. A., Santos, F. R., Oriente, V. N., Morais, A. M. L., Venuto, A. M., Albuquerque, V. Q., Mouta, A. N., Fonsêca, A. D. V., & Viana, G. A. (2022). Seminoma metastático em cão não criptorquida submetido previamente à vasectomia: Relato de caso. Research, Society and Development, 11(4), e2421142269. https://doi.org/10.33448/rsd-v11i4.27269.
Bertoldi, J., Friolani, M., & Ferioli, R. B. (2014). Sertolioma em cão associado a criptorquidismo bilateral - Relato de Caso. Revista Científica Eletrônica de Medicina Veterinária, 22(1).
Cavalcante, G. F. A., Jaworski, L. T. B. N., Olinda, R. G., & Machado, V. P. (2021). Seminoma e leydigocitoma em testículo ectópico canino: Relato de caso. PUBVET, 15(12), 1–7. https://doi.org/10.31533/pubvet.v15n12a988.1-7.
Celeghini, E. C. C., Alves, M. B. R., Oliveira, B. M. M., Batissaco, L., Costa, S. C., Pinto, V. H. G. G., Nogueira, V. J. M., Garcia-Oliveros, L. N., & Almeida, F. (2017). Degeneração testicular: Visão científica. 2a Reunião da Associação Brasileira de Andrologia Animal, 30.
Dias, F. D. S., Faria, A. C., & Araújo, I. F. (2021). Criptorquidismo em caninos: Revisão de literatura e relato de caso. PUBVET, 15(10), 1–7. https://doi.org/10.31533/pubvet.v15n10a944.1-7.
Dias, S. L., Moroz, L. R., Souza, D. F. R. P., Simões, L. O., Peixoto, T. C., & Pires, C. G. (2020). Metástase de seminoma em região orbital em cão - Relato de caso. Arquivo Brasileiro de Medicina Veterinária e Zootecnia, 72(2), 332–338. https://doi.org/10.1590/1678-4162-10179.
Domingos, T. C. S., & Salomão, M. C. (2011). Meios de diagnóstico das principais afecções testiculares em cães: Revisão de literatura. Revista Brasileira de Reprodução Animal, 35(4), 393–399.
Faria, B. M., Bertolo, P. H. L., Macedo, B. C., Giese, E. G., & Pereira, W. L. A. (2018). Sertolioma em um canino associado à criptorquidia. PUBVET, 12(1), 1–4. https://doi.org/10.22256/pubvet.v12n1a16.1-4.
Fossum, T. W. (2021). Cirurgia de pequenos animais (3ed.). Elsevier Editora.
Grieco, V., Riccardi, E., Greppi, G. F., Teruzzi, F., Iermanò, V., & Finazzi, M. (2008). Canine testicular tumours: A study on 232 dogs. Journal of Comparative Pathology, 138(2–3). https://doi.org/10.1016/j.jcpa.2007.11.002.
Gutierrez, O. D., Rodríguez, G. J., & Buitrago, J. A. (2020). Tumor de células de Sertoli en un canino macho sin criptorquidismo: reporte de caso. Revista de Investigaciones Veterinarias del Perú, 30(4). https://doi.org/10.15381/rivep.v30i4.14755.
Henrique, F. V., Lordão, F. N. F., Pessoa, M., & Carneiro, R. (2016). Sertoli cell tumor and diffuse seminoma in dog with bilateral cryptorchidism - Case report. Revista Brasileira de Medicina Veterinaria, 38(3), 217–221.
Longhi, V., Longhi, I., & Noronha, F. S. (2023). Sertolioma em cão criptorquida idoso com metástase pulmonar: Relato de caso. PUBVET, 17(11), e1471. https://doi.org/0.31533/pubvet.v17n11e1471.
Marques, B. A. S., Carvalho, P. F. G., Almeida, A. C. S., Poletto, B. C., Fantin, M. C. C., & Dias, R. F. (2019). Sertolioma em cão associado a criptorquidismo: Relato de caso. Revista de Educação Continuada em Medicina Veterinária e Zootecnia do CRMV-SP, 18(2). https://doi.org/10.36440/recmvz.v18i1.37990.
Moya, C. F., Staudt, M. A., Caldeira, F. M. C., Roberto, G. B., Peres, J. A., & Carrasco, A. O. T. (2021). Criptorquidismo bilateral em cão: Relato de caso. PUBVET, 15(11), 1–6. https://doi.org/10.31533/pubvet.v15n11a953.1-6.
Navarrete-Méndez, R., Rodríguez-Huitrón, A., Hernández-Ballesteros, J., Benítez-Meza, A., & Orozco-Benítez, G. (2015). Tumores testiculares en el perro. Abanico Veterinario, 5(2).
Reis, E. L. A., Bertoldo, J. B., Alves, B. H., & Almeida Júnior, S. T. (2021). Criptorquidismo em cães: Relato de caso. Brazilian Journal of Development, 7(11), 103361. https://doi.org/10.34117/bjdv7n11-114.
Rial, A. F., Walesca, S., Yamanaka, V. S., Cassanego, L. H., Meirelles, A. C. F., & Martins, L. G. A. (2010). Relato de caso: Hiperestrogenismo em cão decorrente de sertolioma. PUBVET, 4, 1–5.
Scileski, M. S., Souza, A. L., & Witz, M. I. (2019). Seminoma e sertolioma em cão criptorquida: Relato de caso. Veterinária Em Foco, 46–52.
Staut, J. L., Assef, M. L. M., & Cirio, S. M. (2007). Estudo histoquímico da matriz extracelular de neoplasias testiculares de cães (Canis familiares Linnaeus, 1758). Estudos de Biologia, 29(68/69), 243–247. https://doi.org/10.7213/reb.v29i68/69.22774.
Wurdel, M. M., & Luxinger, A. O. (2023). Tumor de células de Leydig & espermatocele em testículo canino: Relato de caso. Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação, 9(6), 1771–1778. https://doi.org/10.51891/rease.v9i6.10176.
Downloads
Publicado
Edição
Seção
Licença
Direitos autorais (c) 2025 Vitor Pereira Nascimento, Matheus Costa Madeira, Carlos Victor Serra Castelo Branco, Josialisson Martins Costa, Eliza Maria Matos dos Santos, Elias Rodrigo Lima Pereira, Victória Rabelo Vieira Assad Martins, Gilcyvan Costa de Sousa, Thaís Bastos Rocha Serra, Lianne Polianne Fernandes Araújo Chaves, Rudson Almeida de Oliveira, Alecio Matos Pereira, Nathálya dos Santos Martins

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.
Você tem o direito de:
Compartilhar — copiar e redistribuir o material em qualquer suporte ou formato
Adaptar — remixar, transformar, e criar a partir do material para qualquer fim, mesmo que comercial.
O licenciante não pode revogar estes direitos desde que você respeite os termos da licença. De acordo com os termos seguintes:
Atribuição
— Você deve dar o crédito apropriado, prover um link para a licença e indicar se mudanças foram feitas. Você deve fazê-lo em qualquer circunstância razoável, mas de nenhuma maneira que sugira que o licenciante apoia você ou o seu uso. Sem restrições adicionais
— Você não pode aplicar termos jurídicos ou medidas de caráter tecnológico que restrinjam legalmente outros de fazerem algo que a licença permita.









