Protocolos anestésicos utilizados em cadelas submetidas à cesariana

Autores

  • Maria Fernanda Lima Carneiro da Silva União Metropolitana de Educação e Cultura
  • Dra. Rafaela Andréa Gonçalves Dias União Metropolitana de Educação e Cultura https://orcid.org/0009-0004-2564-6139

DOI:

https://doi.org/10.31533/pubvet.v19n07e1806

Palavras-chave:

Algia, anestesia local, distocia, neonato, obstetrícia, TIVA

Resumo

A cesariana é um procedimento rotineiro na obstetrícia veterinária, e a escolha do protocolo anestésico deve ser feita com cautela e de forma individualizada para cada gestante. Isso se deve, em grande parte, à natureza emergencial da cirurgia, que muitas vezes é realizada em pacientes com o estado físico geral comprometido. O protocolo anestésico ideal deve proporcionar analgesia eficaz, relaxamento muscular e sedação adequados, garantindo condições cirúrgicas seguras tanto para a mãe quanto para os filhotes. Na escolha dos fármacos, é fundamental considerar suas características físico-químicas, especialmente a lipossolubilidade, que favorece a passagem pela barreira placentária. Isso pode levar à rápida transferência das substâncias para os fetos por difusão simples, resultando em possíveis efeitos colaterais indesejados. Portanto, é imprescindível um planejamento anestésico que reduza o tempo cirúrgico, minimizando a exposição dos fetos aos anestésicos e, consequentemente, o risco de efeitos colaterais. Além disso, é essencial considerar as alterações fisiológicas próprias da gestação, como o aumento da frequência cardíaca, a maior predisposição à descompensação, o incremento da demanda metabólica e da frequência respiratória, bem como a redução da motilidade gastrointestinal e as modificações hormonais.

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Publicado

31-07-2025

Edição

Seção

Medicina veterinária

Como Citar

1.
Lima Carneiro da Silva MF, Gonçalves Dias RA. Protocolos anestésicos utilizados em cadelas submetidas à cesariana. Pubvet [Internet]. 31º de julho de 2025 [citado 19º de maio de 2026];19(07):e1806. Disponível em: https://ojs.pubvet.com.br/index.php/revista/article/view/4199