Produtividade de forragem, composição química e morfogênese de Megathyrsus maximus cv. Mombaça sob períodos de descanso

Autores

  • Newton Costa Embrapa Roraima
  • Liana Jank Pesquisador da Embrapa
  • João Avelar Magalhães Pesquisador da Embrapa
  • Vicente Gianluppi Pesquisador da Embrapa
  • Fabíola Helena dos Santos Fogaça Pesquisador da Embrapa
  • Amaury Burlamaqui Bendahan Pesquisador da Embrapa
  • Francisco José de Seixas Santos Pesquisador da Embrapa

DOI:

https://doi.org/10.22256/PUBVET.V11N11.1169-1174

Palavras-chave:

composição química, folhas, matéria seca, perfilhamento, senescência

Resumo

O efeito do período de descanso (14, 21, 28, 35, 42 e 49 dias) sobre a produção e composição química da forragem e características morfogênicas e estruturais de Megathyrsus maximus cv. Mombaça foi avaliado em condições de campo. O aumento do período de descanso resultou em maiores rendimentos de matéria seca verde (MSV) e vigor de rebrota, contudo, implicou em decréscimos significativos dos teores de nitrogênio, fósforo, cálcio, magnésio e potássio. As taxas de aparecimento e expansão de folhas são inversamente proporcionais aos períodos de descanso, ocorrendo o inverso quanto ao comprimento médio de folhas (CMF), índice de área foliar (IAF) e taxa de senescência foliar. Os maiores rendimentos de MSV, vigor de rebrota, número de folhas vivas perfilho-1, CMF e IAF foram obtidos aos 36,4; 39,2; 40,8; 39,6 e 41,3 dias de rebrota. O período de descanso mais adequado para pastagens de M. maximus cv. Mombaça, visando a conciliar produção, vigor de rebrota e qualidade da forragem, situa-se entre 35 e 42 dias.

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Publicado

11-09-2017

Edição

Seção

Pastagem e forragicultura

Como Citar

Produtividade de forragem, composição química e morfogênese de Megathyrsus maximus cv. Mombaça sob períodos de descanso. (2017). Pubvet, 11(11). https://doi.org/10.22256/PUBVET.V11N11.1169-1174

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